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 Sinto a vida viva.

Gosto de sentir, de me apaixonar, de chorar minhas tristezas, mas, sobretudo, lidar com minhas emoções.

Não tô alheia ao presente, e não me escravizo pelo passado, tampouco pela promessa do futuro.

Recebo o que chega, e deixo partir o que não é mais. 

Abri mão do controle.

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 “Acreditando apaixonadamente em algo que ainda não existe, nós o criamos, O inexistente é tudo o que não desejamos suficientemente.” Nikos Kazantzákis, escritor  O luto pela idealização dói mais que pelo que realmente aconteceu. Marilia cantou “me apaixonei pelo que eu inventei de você”. A realidade é, sempre, mais fácil de lidar do que se comparada à idealização.