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A história do gigante

Eu tenho um celular. Em meu celular há um bloco de anotações. No bloco, tenho notas. Em minhas notas, há uns poemas, frases, trechos de músicas e minhas memórias. Quem ler as memórias mata o gigante.

Sei que A história do gigante não tem sentido, é que li num livro ontem algo parecido. Sim, tenho várias coisas importantes no meu bloco de notas, inclusive algumas coisas das quais me orgulho, e não as compartilho com ninguém.

Ler minhas notas é quase o mesmo que ler meu diário não que eu tenha um. Poucas pessoas têm o privilégio de ver o que escondo por trás das palavras. Mas, afinal, do que me escondo? Não sei. Talvez dos gigantes infiltrados na sociedade, quem sabe?

Com isso despeço-me. Há muito mais a registrar e, enquanto isso não acontece, corro atrás do que me é de agrado.

Como diria a Sandrinha:
E tenho dito!

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 “Acreditando apaixonadamente em algo que ainda não existe, nós o criamos, O inexistente é tudo o que não desejamos suficientemente.” Nikos Kazantzákis, escritor  O luto pela idealização dói mais que pelo que realmente aconteceu. Marilia cantou “me apaixonei pelo que eu inventei de você”. A realidade é, sempre, mais fácil de lidar do que se comparada à idealização.