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Pandora, a que tudo dá.

Foi a primeira mulher que existiu, criada por Hefesto (Deus do fogo, dos metais e da metalurgia) e Atena (Deusa da guerra,da civilização, da sabedoria, da arte, da justiça e da habilidade) com ajuda de todos os deuses e com auxílio de Zeus. Cada um lhe deu uma qualidade. Recebeu de um a meiguice, de outros a beleza, a graça, a persuasão, a inteligência, a paciência, a habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Entretanto, Hermes pôs em seu coração a traição e a mentira.Feita à semelhança das deusas imortais, destinou-a Zeus à espécie humana, como punição por terem os homens recebido de Prometeu o fogo divino. Foi enviada a Epimeteu (cujo Prometeu recomendara que não recebesse nenhum presente dos deuses). Vendo radiante beleza, Epimeteu esqueceu quanto lhe fora dito pelo irmão e a tomou como esposa.



Tinha Epimeteu em seu poder uma caixa que outrora lhe haviam dado os deuses, que continha todos os males. Avisou a mulher que não a abrisse. Pandora não resistiu à curiosidade. Abriu-a e os males escaparam. Por mais depressa que providenciasse fechá-la, somente conservou um único bem, a esperança. E dali em diante, foram os homens afligidos por todos os males.

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 “Acreditando apaixonadamente em algo que ainda não existe, nós o criamos, O inexistente é tudo o que não desejamos suficientemente.” Nikos Kazantzákis, escritor  O luto pela idealização dói mais que pelo que realmente aconteceu. Marilia cantou “me apaixonei pelo que eu inventei de você”. A realidade é, sempre, mais fácil de lidar do que se comparada à idealização.