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Expectativas, expectativas, expectativas.

E agora? O que fazer se tiver fim? Recomeçar é uma boa escolha. Mas e se não der? Se não puder? São muitas perguntas. Viver não é em si uma tarefa fácil, a gente tenta bastante. Vive-se e só. O chato é descobrir que é de forma "errada". Certo e errado, ah, grande besteira! Fomos nós quem criamos as boas e más escolhas, para começo de conversa. É exatamente isso: tiramos um dia de folga só pra encher o saco e distinguir coisas certas e coisas erradas. "Eu gosto de sentar-me debaixo de árvore= proibido derrubar. Não gosto de andarilhos= sumam, sumam, seus vermes!" E aí galera, onde é que vai parar?

Saudações!

WOW! Sinto-me quase uma estranha vindo aqui escrever-lhes. É fato que passei sim algum certo e grande tempo sem isto fazer, não sei o que me ocorreu. Andei ocupada, muito, (cof cof!). Por conta disto também, há alguns dias venho tendo pequenos  flashes  de inspiração. No entanto não tenho nenhum computador, bloco de notas ou celular para salvar rascunho e redigi-lo mais tarde. No mais, vim aqui dizer-lhes que prometo  voltar com minhas visitas literárias frequentemente. Aloha!

Ah, sei lá, gostei.

Mulher, flor.

O que pensar de uma flor? Ela estava sempre ali à minha espera, conhecia meus horários e minha rotina - quase sabia mais de mim que eu mesmo, por ser expectador e não o protagonista. Ficava sempre à mesma maneira: parada, observando; havia poucos movimentos deliberados pelo vento e pela chuva. O que pensar de uma flor? Dizia ela coisas estranhas e até certo ponto inacessíveis, como intendê-la?, parecia uma pequena princesa teimando falar-me o que não podia ouvir. Nasceu de forma devagar, abrindo caminho ante à terra ocupando seu espaço no universo, brotou calmamente em diferentes tons de verde - como numa palheta de cores e tamanhos e cheiros - até que fortunadamente teve seu primeiro botão; eu que já perdera tantos de minhas camisetas não me importei ao momento singelo sua aparição. O que pensar de uma flor? Ela tinha sempre o mesmo perfume: de flor e nada mais. Era só isso, flor. Era delicada, flor. Tinha seu suingue estático, como flor. Suas curvas e belezas naturais inal...

Me

Vim aqui postar esta foto minha só porque não tenho nada mesmo pra fazer e percebi que ao entrar no Meenvolva um desconhecido não saberia quem sou. Esta sou eu, porém sem óculos. Adeus.

O lugar onde eu vivo

Cidade da Amazônia Na planície a ventar Surgiu tão humilde Para o povo abrigar Embalando muitos sonhos, Se abrindo ao abrigar Acolheu as esperanças Atraídas para cá Confortou, serviu de pouso A todos de qualquer lugar Com água na nascente E o chão pra se instalar O seu grande coração de mãe Discou da natureza retirar O necessário e muito mais Até pra gente enricar Na época era possível Hoje é proibido desmatar Pra recuperar o que não cuidaram Precisamos replantar E Vilhena vai crescendo Cada dia um ano inteiro Tentando se entender Com a flora, a fauna E o progresso brasileiro. Eduardo Camargo de Moura, aluno de mamãe, e ganhador até então da fase municipal e regional da Olimpíada de Língua Portuguesa.